Propriedades da Salsaparrilha

sábado, 25 de outubro de 2014

Salsaparrilha
Nome popular: Salsaparrilha.
Nome científico: (smilax medica, Smilax officinalis, Smilax syphilitica, Smilax peruviana, Monoecia herandria).
Família: Liliáceas.
Outros nomes: Salsaparrilha, sarza, zarza, salsaparrilha-das-boticas, salsa-americana.
Descrição: Planta sarmentosa. Apresenta um rizoma lenhoso, pouco volumoso, cheio de nós e entrenós, e cheio de raízes flexíveis.
Haste: glabra, ligeiramente angulosa e estriada, apresentando, nas articulações, espinhos recurvados, de base larga.
Folhas: pecioladas, alternas, acuminadas, lisas, cordiformes tão salientes que parecem trilobadas.
Os pecíolos são dotados de duas gavinhas filiformes, espiraladas.
Inflorescência em umbelas simples, axilares, de 8 a 12 flores.
Frutos: em forma de bagas, contendo, cada uma, uma a três sementes.
No Brasil há muitas espécies de salsaparrilhas conhecidas pelo nome de japecanga. São a smilax japecanga, e Smilax syringoides, e Smilax brasiliensis. Todas têm quase as mesmas aplicações na medicina popular. As melhores são as de sabor mais forte e nauseante.
Uso: é uma planta depurativa, diurética, sudorífica. Aplica-se nas enfermidades venéreas, exantemas, gota, reumatismo, sífilis.
Parte usada: Raiz, por decocção.
Dose: normal.
Fonte: As plantas curam.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.
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Propriedades do Saião

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Saião
Nome popular: Saião.
Nome científico: (kalanchoe brasiliensis).
Família: Crassuláceas.
Descrição: Subarbusto. Ramos cilíndricos empubescidos, herbáceos.
Folhas: ovais, lanceoladas no meio do caule, redondas na parte inferior, serrilhadas nas extremidades dos ramos.
Flores: róseas. Assemelha-se muito à erva-da-costa da Bahia, ao paratudo de Alagoas, à folha-da-fortuna e à coerana de Pernambuco. Mas não é a mesma planta.
Uso: emprega-se o suco das folhas, topicamente, contra aftas, calos, erisipelas, feridas, frieiras, picadas de insetos, queimaduras, tumores, úlceras, verrugas.
O suco ou xarope da planta é também usado, empiricamente, contra a tuberculose pulmonar.
Fonte: As plantas curam.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.
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Propriedades da Quássia

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Quássia
Nome popular: Quássia.
Nome científico: (Quassia amara).
Família: Simarubáceas.
Outros nomes: Quássia-amarga, quássia-de-caiena, pau-de-surinã.
Descrição: arbusto de uns 3 metros de altura. Casca cinzenta. Lenho branco amarelado.
Folhas: alternas, compostas de três ou cinco folíolos sésseis, oblongos, ponteagudos, glabros, inteiros. Pecíolo comum, alado.
Flores: escarlates, em cachos.
Fruto:  semelhante ao do cafeeiro.
Uso: é indicada na blenorragia, cálculos do fígado e dos rins, debilidade do estômago, dispepsia, espermatorreia, flatulência.
Prepara-se por maceração. Põem-se 5 a 6 gramas de casca ou raiz em 1 litro de água. Deixam-se repousar durante alguns dias, até que a água fique bem impregnada dos princípios ativos da planta. Toma-se uma pequena xícara entre uma e outra refeição.
Quando se trata de diarreia, escusado é dizer, suspendem-se as refeições até que a diarreia passe.
As raspas, de molho em meio litro de água quente (pequena infusão), durante meia hora, são indicadas contra o oxiúro.
Uma hora antes, porém, deve tomar-se uma lavagem de dois litros de água meio morna, em que se tenha dissolvido uma colherada de sal de cozinha.
Parte usada: Casca e raiz.
Fonte: As plantas curam.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.
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Propriedades do Pacová

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Pacová
Nome popular: Pacová.
Nome científico: (Renealmia brasiliensis).
Família: Zingiberáceas.
Outros nomes: Paco-seroca, pacová-catinga, cuité-açu.
Descrição: Planta herbácea.
A haste: erecta, é constituida pelos pecíolos das próprias folhas, os quais partem do solo.
Folhas: inteiras, lanceoladas, peninervadas. Inflorescência em cacho. O ráquis parte do solo, em separado do caule.
Uso: positivamente antelmínticas são as sementes de muitas Renealmias, que o vulgo denomina, genericamente, "pacová".
A Renealmia brasiliensis K. Schum é largamente usada aqui no sul do Brasil, onde cresce nas matas úmidas da Serra do Mar.
Acredita-se que sua ação vermicida é devida ao óleo etério que as sementes encerram em porcentagem apreciável.
Usa-se um punhadinho de sementes em infusão. Toma-se o chá.
Os rizomas são carminativos, estomáquicos, excitantes.
Preparam-se um chá com 10 gramas de rizoma para 1 litro de água.
Externamente o chá das cascas ou rizomas (50 gramas para 1 litro de água) é usado para banhar feridas e para desinfetar inchaços e contusões.
Fonte: As plantas curam.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.
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Propriedades do Mulungu

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Propriedades do Mulungu
Nome popular: Mulungu.
Nome científico: (Erythrina mulungu).
Família: Leguminosas.
Outros nomes: Muchocho, murungu.
Descrição: árvore mediana.
Folhas: compostas.
Folíolos: de podúnculos longos, pubescentes.
Flores: vermelhas, com o cálice truncado, e com o estandarte grande e recurvo.
Sementes: arredondadas, lisas, vermelho escuras, com manchas pretas e hilo quase branco.
Uso: o extrato da casca usa-se em banhos para acalmar a excitação do sistema nervoso e também para combater as insônias.
Internamente usa-se o cozimento da casca nas bronquites asmáticas e nas inflamações do fígado e do baço, depois das febres intermitentes.
Dose: Normal.
Fonte: As plantas curam.
Texto meramente informativo. Sua visita periódica ao seu médico de confiança é fundamental.
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